À Beira do Abismo
À beira do abismo eu acho a solidão.
Que me empurra para a morte, eu imploro, sem perdão.
Só existe uma saída, que ainda não encontrei.
Eu suporto o que posso até chegar a minha vez.
Olha só como isso está, onde posso me esconder?
Não vou voltar pra sufocar na fumaça de onde estava.
Tudo o que eu tinha eu perdi, na vida só desiludi.
Sonhos futuros, sangue no chão, eu sofri, foi tudo em vão.
Agora eu quero acabar, não tenho forças pra viver!
Isso é terror, não vou lutar! Perdi minha chance de vencer.
Lágrimas de sangue, é o vício de sonhar.
Facadas no peito, agonia e tristeza.
Sozinho na sala, eu vejo minha história.
Ainda sonho e vôo mas tudo me incomoda.
Nunca mais voltar!
Chorando há dias, queria ver tudo mudar.
Ser diferente ao não lutar...
Desgraça e lamentos, noite, chuva e sofrimento.
Meu inimigo me matava por dentro.
Meu coração se fez doer, eu não queria levantar pra caminhar.
Pelo jardim da saudade eu passei, peço a um pássaro "me ensina a voar".
Revoltado com minha volta eu fiquei.
Cada um é apenas um e cadê a nossa lei?
Quem sabe um dia eu respire um novo ar.
Enquanto isso eu só quero chorar.
A morte é lenta e o destino é cruel!
Sentimentos são jogados ao vento.
Vocês que sofrem, eu sinto dor, eu lamento.
Eu decidi não conhecer minha vida.
Lágrimas de sangue, é o vício de sonhar.
Facadas no peito, agonia e tristeza.
Sozinho na sala, eu vejo minha história.
Ainda sonho e vôo mas tudo me incomoda.
Foi melhor assim.
Vai ser sempre assim.
Nunca vai voltar!
Visão cega, apagada.
Fui morto pela própria espada.
Acabou, desilusão.
Como uma rosa em meu caixão,
Nunca mais voltar!
Chorando há dias, queria ver tudo mudar.
Ser diferente ao não lutar...
Al Borde del Abismo
Al borde del abismo encuentro la soledad.
Que me empuja hacia la muerte, imploro sin perdón.
Solo hay una salida, que aún no he encontrado.
Aguanto lo que puedo hasta que llegue mi turno.
Mira cómo está esto, ¿dónde puedo esconderme?
No volveré para ahogarme en el humo de donde estaba.
Todo lo que tenía lo perdí, en la vida solo decepcioné.
Sueños futuros, sangre en el suelo, sufrí, todo fue en vano.
Ahora quiero terminar, ¡no tengo fuerzas para vivir!
¡Esto es terror, no lucharé! Perdí mi oportunidad de vencer.
Lágrimas de sangre, es el vicio de soñar.
Puñaladas en el pecho, agonía y tristeza.
Solo en la habitación, veo mi historia.
Sigo soñando y volando pero todo me molesta.
¡Nunca más volver!
Llorando por días, quería ver todo cambiar.
Ser diferente al no luchar...
Desgracia y lamentos, noche, lluvia y sufrimiento.
Mi enemigo me mataba por dentro.
Mi corazón se hizo daño, no quería levantarme para caminar.
Por el jardín de la nostalgia pasé, le pido a un pájaro 'enséñame a volar'.
Rebelado con mi regreso me quedé.
Cada uno es solo uno y ¿dónde está nuestra ley?
Quién sabe un día respire un aire nuevo.
Mientras tanto, solo quiero llorar.
¡La muerte es lenta y el destino es cruel!
Los sentimientos son arrojados al viento.
Ustedes que sufren, siento dolor, lamento.
Decidí no conocer mi vida.
Lágrimas de sangre, es el vicio de soñar.
Puñaladas en el pecho, agonía y tristeza.
Solo en la habitación, veo mi historia.
Sigo soñando y volando pero todo me molesta.
Fue mejor así.
Siempre será así.
¡Nunca volverá!
Visión ciega, apagada.
Fui muerto por mi propia espada.
Se acabó, desilusión.
Como una rosa en mi ataúd,
¡Nunca más volver!
Llorando por días, quería ver todo cambiar.
Ser diferente al no luchar...
Escrita por: Bruno Devides