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Tres de la Madrugada

Verônica Sabino

Três da Madrugada

Três da madrugada, quase nada
A cidade abandonada
E essa rua que não tem mais fim
Três da madrugada, quase nada
A cidade abandonada
E essa rua não tem mais nada de mim

Nada, noite, alta madrugada
Nessa cidade que me guarda
Que me mata de saudade
É sempre assim
Triste madrugada, tudo e nada
A mão fria, a mão gelada
Toca bem de leve em mim

Saiba: Meu coração não vale nada
Pelas três da madrugada
Toda palavra calada nessa rua da cidade
Que não tem mais fim

Nada, noite, alta madrugada
Nessa cidade que me guarda
Que me mata de saudade
É sempre assim
Triste madrugada, tudo e nada
A mão fria, a mão gelada
Toca bem de leve em mim

Saiba: Meu coração não vale nada
Pelas três da madrugada
Toda palavra calada nessa rua da cidade
Que não tem mais fim

Que não tem mais fim
Que não tem mais fim, oh
Que não tem mais fim

Que não tem mais fim

Tres de la Madrugada

Tres de la madrugada, casi nada
La ciudad abandonada
Y esta calle que no tiene más fin
Tres de la madrugada, casi nada
La ciudad abandonada
Y esta calle no tiene más nada de mí

Nada, noche, alta madrugada
En esta ciudad que me guarda
Que me mata de nostalgia
Siempre es así
Triste madrugada, todo y nada
La mano fría, la mano helada
Toca suave en mí

Sepa: Mi corazón no vale nada
A las tres de la madrugada
Toda palabra callada en esta calle de la ciudad
Que no tiene más fin

Nada, noche, alta madrugada
En esta ciudad que me guarda
Que me mata de nostalgia
Siempre es así
Triste madrugada, todo y nada
La mano fría, la mano helada
Toca suave en mí

Sepa: Mi corazón no vale nada
A las tres de la madrugada
Toda palabra callada en esta calle de la ciudad
Que no tiene más fin

Que no tiene más fin
Que no tiene más fin, oh
Que no tiene más fin

Que no tiene más fin

Escrita por: Torquato Neto, Carlos Pinto