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María

VIADEREGRHA BAND MUSIC'S

Maria

Ainda era início da manhã do primeiro dia
Quando mal dormia e em meu aflito coração
O ardente desejo de te encontrar nem que seja
A última vez de tantas outras para a ti celebrar as devidas honrarias

Perfumar o seu corpo com o melhor de todos os perfumes
Acalentar a dor da despedida, debruçar e chorar ao seu túmulo
Sem acreditar em outra vez ouvir sua voz singular a chamar pelo meu nome e o sorriso a me conquistar
Eram assim os pensamentos sombrios em minha cabeça

Mas como pode tudo isto acontecer
Eu que sei sobre alegria
Do novo vinho naquela festa nupcial com muito convivas
Da escolha dos doze homens, alguns tantos marginalizados
O seu braço acolhedor com as crianças indefesas
Seu pronunciar de defesa frente às acusações descabidas
O desafio de legiões vencidas pela sua palavra
Em muitos eu não estava lá, mas ouvi dizer e isso me conquistou
Agora só me resta o último adeus e a esperança em desesperança se findar

Oh minha estrela da manhã deixa me ver o seu brilho
Oh meu verbo vivo deixa eu conjugar versos de amor
Oh meu amado venha novamente em minha casa repousar
Oh meu bom pastor o seu abraço faz a ovelha se acalentar
Estou indo pelo caminho sem poder as lágrimas conter embora as flores estavam mais belas sequer percebi
Será que voltaria pra mim

De repente
Um susto e um espanto
A pedra do sepulcro removida diante de mim
Um jovem de aparência angelical assentado à porta
Não procure entre os mortais aquele que vive

Maria!

María

Aún era temprano en la mañana del primer día
Cuando apenas dormía y en mi afligido corazón
El ardiente deseo de encontrarte aunque sea
La última vez, entre tantas otras, para celebrarte como corresponde

Perfumar tu cuerpo con el mejor de los perfumes
Aliviar el dolor de la despedida, inclinarme y llorar en tu tumba
Sin creer que volveré a escuchar tu voz única llamándome por mi nombre y tu sonrisa conquistándome
Así eran los pensamientos sombríos en mi cabeza

Pero ¿cómo puede suceder todo esto?
Yo que sé sobre la alegría
Del nuevo vino en aquella fiesta nupcial con muchos invitados
De la elección de los doce hombres, algunos marginados
Tu brazo acogedor con los niñosindefensos
Tu defensa ante acusaciones infundadas
El desafío de legiones vencidas por tu palabra
En muchos casos no estuve allí, pero escuché y eso me conquistó
Ahora solo me queda el último adiós y la esperanza en la desesperanza de terminar

Oh mi estrella de la mañana, déjame ver tu brillo
Oh mi verbo vivo, déjame conjugar versos de amor
Oh mi amado, ven de nuevo a descansar en mi casa
Oh mi buen pastor, tu abrazo reconforta a la oveja
Voy por el camino sin poder contener las lágrimas, aunque las flores estaban más bellas y ni siquiera lo noté
¿Volverás a mí?

De repente
Un susto y una sorpresa
La piedra del sepulcro removida frente a mí
Un joven de apariencia angelical sentado en la puerta
No busques entre los mortales a aquel que vive

¡María!

Escrita por: Jorge Marcelo