Hino da Independência
Já podeis da Pátria filhos
Ver contente a mãe gentil
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil!
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil!
Os grilhões que nos forjavam
Da perfídia astuto ardil
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil
Houve mão mais poderosa
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Parabéns, ó brasileiros!
Já, com garbo juvenil
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Himno de la Independencia
Ya podéis, hijos de la Patria
Ver contenta a la madre gentil
Ya amaneció la libertad
En el horizonte de Brasil
Ya amaneció la libertad
Ya amaneció la libertad
En el horizonte de Brasil!
¡Valiente gente brasileña!
Lejos vaya el temor servil
O quedarse la Patria libre
O morir por Brasil
O quedarse la Patria libre
O morir por Brasil!
Las cadenas que nos forjaban
Con perfidia y astuto ardil
Hubo una mano más poderosa
Que se burló de ellas Brasil
Hubo una mano más poderosa
Hubo una mano más poderosa
Que se burló de ellas Brasil
¡Valiente gente brasileña!
Lejos vaya el temor servil
O quedarse la Patria libre
O morir por Brasil
O quedarse la Patria libre
O morir por Brasil
No temáis a las falanges impías
Que presentan rostro hostil
Vuestros pechos, vuestros brazos
Son murallas de Brasil
Vuestros pechos, vuestros brazos
Vuestros pechos, vuestros brazos
Son murallas de Brasil
¡Valiente gente brasileña!
Lejos vaya el temor servil
O quedarse la Patria libre
O morir por Brasil
O quedarse la Patria libre
O morir por Brasil
¡Felicidades, oh brasileños!
Ya, con gallardía juvenil
Entre las naciones del universo
Resplandece la de Brasil
Entre las naciones del universo
Entre las naciones del universo
Resplandece la de Brasil
¡Valiente gente brasileña!
Lejos vaya el temor servil
O quedarse la Patria libre
O morir por Brasil
O quedarse la Patria libre
O morir por Brasil
Escrita por: D. Pedro I / Evaristo Ferreira Da Veiga