Ó Pálida Madona
Ó pálida madona de meus sonhos
Bela filha dos cerros de engadi!
Vem inspirar o canto do poeta
Rosa-branca da lira de Davi
Vem inspirar o canto do poeta
Oh, rosa-branca da lira de Davi
Todo o amor que em meu peito repousava
Como o orvalho das noites de relento
A teus pés elevou-se, como as nuvens
Não se perdem no azul do firmamento
Aqui, além, bem longe, em toda a parte
Meu pensamento segue o passo teu
Tu és a minha luz, sou tua sombra
Eu sou o lago teu, tu és meu céu
Tu és a minha luz, sou tua sombra
Eu sou o lago teu, tu és meu céu
Vem dizer-me se posso ainda um dia
Nos seus lábios beber o mel dos céus
Eu te direi, mulher dos meus amores
Amar-te ainda é melhor do que ser Deus!
Oh Pálida Madona
Oh pálida madona de mis sueños
Hermosa hija de los cerros de Engadi
Ven a inspirar el canto del poeta
Rosa blanca de la lira de David
Ven a inspirar el canto del poeta
Oh, rosa blanca de la lira de David
Todo el amor que en mi pecho reposaba
Como el rocío de las noches de frío
Se elevó a tus pies, como las nubes
Que no se pierden en el azul del firmamento
Aquí, allá, muy lejos, en todas partes
Mi pensamiento sigue tu paso
Tú eres mi luz, soy tu sombra
Yo soy tu lago, tú eres mi cielo
Tú eres mi luz, soy tu sombra
Yo soy tu lago, tú eres mi cielo
Ven a decirme si aún puedo algún día
Beber la miel de los cielos de tus labios
Te diré, mujer de mis amores
¡Amarte aún es mejor que ser Dios!
Escrita por: CASTRO ALVES