Cidade Sem Rostos
Eu tinha acostumado a me portar como vocês
Como se nada houvesse, nada a aprender aqui
Eu quis me vingar, como se faz a dar com o pau
Mas não podia ver a elite tomar conta de mim
Olhares tortos vão saltar do rosto social
Pela tua roupa que tu usa, suja seu quintal
De saco cheio de rodar dentro desse curral
O que me resta é meter o pé e não olhar pra trás
Eu tinha acostumado a me portar como vocês
E esquecendo das correntes que nos prendem aqui
Um karma, espectro, estado ou coisa bem ruim
Sempre embalo mas as grades me prendem aqui
Olhares tortos vão saltar do rosto social
Pela tua roupa que tu usa, suja seu quintal
De saco cheio de rodar dentro desse curral
Pobres pensam ser nobres na cidade imperial
Quem é você no meio de tantos iguais?
Quem é você? Aonde busca ideais?
Quem é você no meio de tantos iguais?
Quem é você aqui nessa cidade sem rostos?
Ciudad Sin Rostros
Me había acostumbrado a comportarme como ustedes
Como si nada importara, nada que aprender aquí
Quería vengarme, como se hace al golpear con el palo
Pero no podía ver a la élite apoderarse de mí
Miradas torcidas saltarán del rostro social
Por tu ropa que usas, ensucia tu patio
Harto de dar vueltas dentro de este corral
Lo único que me queda es largarme y no mirar atrás
Me había acostumbrado a comportarme como ustedes
Y olvidando las cadenas que nos atan aquí
Un karma, espectro, estado o algo muy malo
Siempre me envuelvo pero las rejas me retienen aquí
Miradas torcidas saltarán del rostro social
Por tu ropa que usas, ensucia tu patio
Harto de dar vueltas dentro de este corral
Los pobres creen ser nobles en la ciudad imperial
¿Quién eres tú en medio de tantos iguales?
¿Quién eres tú? ¿Dónde buscas ideales?
¿Quién eres tú en medio de tantos iguales?
¿Quién eres tú aquí en esta ciudad sin rostros?
Escrita por: Vicktor Correa