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Corazón Terco

Victor Hugo (POP)

Coração Teimoso

Eu disse que era a última vez
Mas bastou um oi pra eu cair outra vez
Meu coração não aprende a lição
Teimando em viver essa ilusão

É que eu bebo, e lembro, e choro (e choro)
Juro que esqueço, mas de novo te imploro
Diz que me ama e me joga no fogo
E eu volto, coração teimoso!

Os amigos falam, tentam me alertar
Que essa história já passou do lugar
Mas quem ama não vê o perigo
E eu volto sempre pro mesmo castigo

É que eu bebo, e lembro, e choro (e choro)
Juro que esqueço, mas de novo te imploro
Diz que me ama e me joga no fogo
E eu volto, coração teimoso!

Será que um dia eu vou me libertar
Ou pra sempre eu vou te procurar?
Se for destino, então que seja
Mas que essa dor tenha uma bandeja!

É que eu bebo, e lembro, e choro (e choro)
Juro que esqueço, mas de novo te imploro
Diz que me ama e me joga no fogo
E eu volto, coração teimoso!

É que eu bebo, e lembro, e choro (e choro)
Juro que esqueço, mas de novo te imploro
Diz que me ama e me joga no fogo
E eu volto, coração teimoso!

Corazón Terco

Dije que era la última vez
Pero bastó un hola para caer otra vez
Mi corazón no aprende la lección
Terco en vivir esta ilusión

Es que bebo, y recuerdo, y lloro (y lloro)
Juro que olvido, pero de nuevo te imploro
Dime que me amas y me echa al fuego
Y regreso, corazón terco!

Los amigos hablan, intentan alertarme
Que esta historia ya pasó de largo
Pero quien ama no ve el peligro
Y siempre regreso al mismo castigo

Es que bebo, y recuerdo, y lloro (y lloro)
Juro que olvido, pero de nuevo te imploro
Dime que me amas y me echa al fuego
Y regreso, corazón terco!

¿Será que algún día me voy a liberar
O para siempre te voy a buscar?
Si es destino, que así sea
Pero que este dolor tenga una bandeja!

Es que bebo, y recuerdo, y lloro (y lloro)
Juro que olvido, pero de nuevo te imploro
Dime que me amas y me echa al fuego
Y regreso, corazón terco!

Es que bebo, y recuerdo, y lloro (y lloro)
Juro que olvido, pero de nuevo te imploro
Dime que me amas y me echa al fuego
Y regreso, corazón terco!

Escrita por: Victor Hugo