Samba Enredo 1991 - Luiz Peixoto: E Tome Polca!
Vem, vem amor...
Que a minha Vila hoje é poesia
Entre acordes musicais
É lirismo, show e fantasia
Para exaltar, um inusitado poeta
Literato e compositor
E suas obras que o tempo consagrou
"E tome polca...", "Iaiá..."
Sua arte ainda encanta (bis)
E me faz cantar
Retratando a bela época
Caricaturando nosso Rio de Janeiro
Cinema e teatro de revista
Luiz Peixoto foi o pioneiro
Almofadinhas, melindrosas
E avenidas eram inspiração
Até o "M" de Maria, na palma da sua mão
"O olhar da mulata..." Que seduzia!
Vendilhões e realejos, em pregões e melodias
"O verde-esperança" desta mata tropical
E os negros foram artes literária e visual
Com sua divina vocação
Criou, criou, criou... (e cantou)
Que a pequena notável
Dolarizou e não americanizou
E a Vila, faz na folia um sarau
Polca-sambando neste Carnaval
Põe tempero baiana
Esquenta batuqueiro (bis)
Enquanto há chama neste candeeiro
Samba Enredo 1991 - Luiz Peixoto: ¡Y Toma Polca!
Vamos, ven amor...
Que mi Vila hoy es poesía
Entre acordes musicales
Es lirismo, show y fantasía
Para exaltar, un poeta inusual
Literato y compositor
Y sus obras que el tiempo consagró
'¡Y toma polca...', 'Iaiá...'
Su arte aún encanta (bis)
Y me hace cantar
Retratando la bella época
Caricaturizando nuestro Río de Janeiro
Cine y teatro de revista
Luiz Peixoto fue el pionero
Almofadinhas, melindrosas
Y avenidas eran inspiración
Hasta la 'M' de María, en la palma de su mano
'La mirada de la mulata...' ¡Que seducía!
Vendedores y organillos, en pregones y melodías
'El verde esperanza' de esta selva tropical
Y los negros fueron arte literario y visual
Con su divina vocación
Creó, creó, creó... (y cantó)
Que la pequeña notable
Dolarizó y no americanizó
Y la Vila, hace en la fiesta un sarao
Polca-sambando en este Carnaval
Ponle sabor bahiano
Calienta percusionista (bis)
Mientras haya llama en este farol