O Refúgio
Abre a janela, tenta perceber como a vida é bela pra quem pode ver.
A luz do sol não incomoda, melhor que a escuridão, quando ele vai embora volta a solidão.
Às vezes me pergunto: por que o amor é tão puro? Quando tento entendê-lo acabo ficando maluco.
O tempo antes inimigo, hoje caminha ao lado da paz. O inferno que antes vivi hoje não existe mais.
Será que eu estou errado tentando prever o futuro. Se o presente já virou passado, vendo além do que é seguro.
O sereno da montanha é tão intenso quanto desigual, um lindo beija-for enfeita o meu quintal.
O leve vento agora está sorrindo pra mim. É tão engraçado, pois nem sempre foi assim.
Será que eu estou errado tentando prever o futuro. Se o presente já virou passado, vendo além do que é seguro.
A luz do sol não incomoda, melhor que a escuridão, quando ele vai embora fica a solidão.
El Refugio
Abre la ventana, trata de entender qué bella es la vida para quien puede ver.
La luz del sol no molesta, es mejor que la oscuridad, cuando se va, vuelve la soledad.
A veces me pregunto: ¿por qué el amor es tan puro? Cuando intento entenderlo, termino volviéndome loco.
El tiempo antes enemigo, hoy camina junto a la paz. El infierno que viví antes, hoy ya no existe más.
¿Estaré equivocado al intentar prever el futuro? Si el presente ya es pasado, viendo más allá de lo seguro.
El rocío de la montaña es tan intenso como desigual, un hermoso colibrí adorna mi patio.
El suave viento ahora me está sonriendo. Es tan gracioso, pues no siempre fue así.
¿Estaré equivocado al intentar prever el futuro? Si el presente ya es pasado, viendo más allá de lo seguro.
La luz del sol no molesta, es mejor que la oscuridad, cuando se va, queda la soledad.
Escrita por: Eric Henrique / Fernando Silva / Guilherme Goulart / Mayke Moreira