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Morir en el Sertão

Vilões do Forró e Tony Baldock

Morrer No Sertão

Hoje eu vou pedir a Deus
Uma prece em oração
Que tenha dor de um vaqueiro
Que zelou pelo sertão

Eu trago calo nas mãos
De uma luta com vitória
Quando for chegado a hora
Deixa eu morrer no sertão

Ohhh ehhh iahhhh

Eu sou daqui
E aqui eu quero ficar
Ser seputado
No tabuleiro
Eu sou doutor
E não deixo de ser vaqueiro

A fazenda foi a escola
Pra minha educação
Aonde eu criei meus filhos
Da terra tirei o pão
Montado em meu alazão
Eu nunca cortei de espora
Quando for chegado a hora
Deixa eu morrer no sertão

Ohhh ehhh iahhhh

Eu sou daqui
E aqui eu quero ficar
Ser seputado
No tabuleiro
Eu sou doutor
E não deixo de ser vaqueiro

Eu guardo todos troféus
De um vaqueiro campeão
A sela tá pendurada
No armador no oitão
As marcas do meu gibão
Parece que foi de agora
Quando for chegado a hora
Deixa eu morrer no sertão

Ohhh ehhh iahhhh

Eu sou daqui
E aqui eu quero ficar
Ser seputado
No tabuleiro
Eu sou doutor
E não deixo de ser vaqueiro

Depois de velho e cansado
Já não agrado o patrão
A minha aposentadoria
Não lucrei da profissão
Nunca me faltou o pão
Com fé em Nossa Senhora
Quando for chegado a hora
Deixa eu morrer no sertão

Ohhh ehhh iahhhh

Eu sou daqui
E aqui eu quero ficar
Ser seputado
No tabuleiro
Eu sou doutor
E não deixo de ser vaqueiro

Morir en el Sertão

Hoy voy a pedir a Dios
Una plegaria en oración
Que sienta el dolor de un vaquero
Que cuidó del sertão

Tengo callos en las manos
De una lucha con victoria
Cuando llegue la hora
Déjame morir en el sertão

Ohhh ehhh iahhhh

Soy de aquí
Y aquí quiero quedarme
Ser sepultado
En el tablero
Soy doctor
Y no dejo de ser vaquero

La hacienda fue la escuela
Para mi educación
Donde crié a mis hijos
De la tierra saqué el pan
Montado en mi alazán
Nunca lo azoté con espuelas
Cuando llegue la hora
Déjame morir en el sertão

Ohhh ehhh iahhhh

Soy de aquí
Y aquí quiero quedarme
Ser sepultado
En el tablero
Soy doctor
Y no dejo de ser vaquero

Guardo todos los trofeos
De un vaquero campeón
La silla está colgada
En el armador del corral
Las marcas de mi chaleco
Parece que fue ayer
Cuando llegue la hora
Déjame morir en el sertão

Ohhh ehhh iahhhh

Soy de aquí
Y aquí quiero quedarme
Ser sepultado
En el tablero
Soy doctor
Y no dejo de ser vaquero

Después de viejo y cansado
Ya no le agrado al patrón
Mi jubilación
No la gané con la profesión
Nunca me faltó el pan
Con fe en Nuestra Señora
Cuando llegue la hora
Déjame morir en el sertão

Ohhh ehhh iahhhh

Soy de aquí
Y aquí quiero quedarme
Ser sepultado
En el tablero
Soy doctor
Y no dejo de ser vaquero

Escrita por: Manoel Mello