Eu Tô Sei Lá
Porra nem sei onde eu to
Na minha mente tudo gira
Ao redor tudo me irrita
O Baguio é loko eu também sou, que fita
Certeza que eu não to chapado
Minha mente ja é chapada de nascença nego
Do lado uma caneta, na frente uns rabiscos bolado
Umas letras, uns papos, umas ideia louca fora do normal
Alias o normal é pra quem é normal né
Na real, pra quem não intendeu foda-se
Como Filipe Ret mencionou
Crianças sempre levam tudo pro lado pessoal
Eu não sou cusão, eu vivo pela minha ambição
Meus pensamentos flutuam, agitam, aceleram
Tumultuam, se complicam, se eu vacila eles multiplicam
E triplicam eu não posso moscar
Se não nem eu entendo eles moro?
Por que na real o que as pessoas veem de mim
É só um reflexo do que realmente eu sou
Qual é a fita?
A fita é do baguio, raciocínio é complexo
Ninguém imagina que eu tenho uma carta na manga
Pra esse destino incerto ou incorreto
Mais esse mundo só vai mudar
Quando as pessoas pararem de ver as mulheres como objeto
De fato ! esse mundo é um saco de fingimento
Alguns por sentimentos outros por dinheiro
Talvez sobre alguns por centos pra quem é verdadeiro
Pra quem não é de verdade, só quero
Que se fodam com brincadeiras chatas e falsidade
Eu não aguento mais essa porra
Negociando o futuro com o tempo eu sigo
Atento pro que eu pretendo
Eu escrevo sobre o que eu vejo e sinto
Vô negociando o futuro com o tempo
E se o tempo não ta ao meu favor
E ninguém tá
O que eu vou fazer não é lamentar nem chorar
Eu luto por isso aqui!!
Mesmo sendo difícil
Eu me recuso a desistir!!
No caderno, cheio de letra
Na cabeça, varias fitas
Vontade sempre me sobra
O que falta? Alguém que liga
Dinheiro, ainda não tenho
Desempenho, vô progredindo
As batidas, eu tô fazendo
Sem medo, eu vô seguindo
Não entendo o porque não consigo parar
Já tentei, abandonei
Mais já vi que não da
Eu sei que não é fácil
São poucos que chegam la
Eu não consigo parar com isso
Meu vicio, é vim rimar
O que eu preciso, é confiar
Em mim e em você caderno
Se não tem jeito é isso
Eu morro até que esses versos me façam eterno
Negociando o futuro com o tempo eu sigo
Atento pro que eu pretendo
Eu escrevo sobre o que eu vejo e sinto
Vô negociando o futuro com o tempo
Yo qué sé
Carajo, ni sé dónde estoy
En mi mente todo gira
A mi alrededor todo me irrita
La movida está loca, yo también lo estoy, qué onda
Seguro que no estoy drogado
Mi mente ya nació drogada, hermano
Al lado una pluma, adelante unos garabatos armados
Unas letras, unas charlas, unas ideas locas fuera de lo común
De hecho, lo común es para los normales, ¿no?
En serio, para quien no entendió, que se joda
Como mencionó Filipe Ret
Los niños siempre se toman todo personal
No soy un idiota, vivo por mi ambición
Mis pensamientos flotan, se agitan, se aceleran
Se alborotan, se complican, si me equivoco se multiplican
Y triplican, no puedo descuidarme
Si no, ni yo los entiendo, ¿vivo ahí?
Porque en realidad lo que la gente ve de mí
Es solo un reflejo de lo que realmente soy
¿Cuál es la onda?
La onda es la movida, el razonamiento es complejo
Nadie imagina que tengo un as bajo la manga
Para este destino incierto o incorrecto
Pero este mundo solo cambiará
Cuando la gente deje de ver a las mujeres como objetos
¡De hecho! este mundo es una bolsa de fingimiento
Algunos por sentimientos, otros por dinero
Quizás algunos por cientos para quienes son verdaderos
Para quienes no son verdaderos, solo quiero
Que se jodan con bromas aburridas y falsedad
No aguanto más esta mierda
Negociando el futuro con el tiempo sigo
Atento a lo que pretendo
Escribo sobre lo que veo y siento
Negociando el futuro con el tiempo
Y si el tiempo no está a mi favor
Y nadie está
Lo que haré no es lamentar ni llorar
¡¡Lucho por esto aquí!!
Aunque sea difícil
¡Me niego a rendirme!!
En el cuaderno, lleno de letras
En la cabeza, varias movidas
La voluntad siempre me sobra
¿Qué falta? Alguien que se preocupe
Dinero, aún no tengo
Rendimiento, voy progresando
Las rimas, las estoy haciendo
Sin miedo, sigo adelante
No entiendo por qué no puedo parar
He intentado, he abandonado
Pero ya vi que no puedo
Sé que no es fácil
Son pocos los que llegan allá
No puedo dejar de hacer esto
Mi vicio es venir a rimar
Lo que necesito es confiar
En mí y en ti, cuaderno
Si no hay otra opción, es esto
Moriré hasta que estos versos me hagan eterno
Negociando el futuro con el tiempo sigo
Atento a lo que pretendo
Escribo sobre lo que veo y siento
Negociando el futuro con el tiempo