Pobre Marrét (Reprise) / Lua Minguante
[Belisa]
Florípio!
Ah, florípio
Você era a última pessoa que merecia acabar assim
Quem fez isso vai pagar, eu prometo
Eu não sei como me despedir
Não sei nem se pode me ouvir
Mas se você puder
Saiba que vai me doer seguir
Se você não estiver aqui
Meu pobre marrét
Se o cupido ainda ontem flechou meu coração
Não é justo estar aqui com seu sangue em minha mão
Aqui dentro tudo quebra, sou só cacos de um anel
Seu amor não era pouco, que te sirvam o céu
[Cirandeiro]
E de repente, a história que parecia estar sendo escrita
Por um poeta à sua amada
Toma rumos desconhecidos e tragédias são anunciadas
Antes os versos de inestimável valor
E agora lágrimas pra dar e vender
Antes sorrisos, juras de amor
E agora, como saber?
[Cirandeiro]
A esperança agora escorre feito a areia por entre os dedos
Não é uma boa hora para surpresas ou segredos
Daqui em diante o pouco é muito, mas nunca será o bastante
Bem-vindos à fase da história chamada minguante
Pobre Marrét (Reprise) / Luna Menguante
[Belisa]
¡Florípio!
Ah, florípio
Fuiste la última persona que merecía terminar así
Quien lo hizo pagará, te lo prometo
No sé cómo despedirme
Ni siquiera sé si puedes escucharme
Pero si puedes
Sepa que me dolerá seguir
Si no estás aquí
Mi pobre marrét
Si Cupido ayer aún flechó mi corazón
No es justo estar aquí con tu sangre en mis manos
Aquí adentro todo se rompe, soy solo pedazos de un anillo
Tu amor no era poco, que te sirvan el cielo
[Cirandeiro]
Y de repente, la historia que parecía estar siendo escrita
Por un poeta a su amada
Toma rumbos desconocidos y tragedias son anunciadas
Antes los versos de inestimable valor
Y ahora lágrimas para regalar
Antes sonrisas, juramentos de amor
Y ahora, ¿cómo saber?
[Cirandeiro]
La esperanza ahora se escurre como la arena entre los dedos
No es un buen momento para sorpresas o secretos
De ahora en adelante, lo poco es mucho, pero nunca será suficiente
Bienvenidos a la fase de la historia llamada menguante
Escrita por: Vitor Rocha / Elton Towersey