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Viés

Vivendo do Ócio

Viés

Parece, mas não é
Eu tento disfarçar
Acho que você nem se liga
Não imagina
O quanto eu tento aproximar
Para suprir, injetar nas minha veias o teu mel
Fazer minha cabeça

Pare, pense, sinta, veja, olhe, observe
Eu quero ver se você percebe
Vou ficar a esperar se você vai notar
Que eu digo teu nome
E te falo o que penso sem precisar explicar

Vivo, vislumbro e analiso
Eu gosto de você
És a minha vilã, o meu vício vital
Eu gosto mesmo de você

Tu és tão bela quanto sagaz
Vai entender o que digo
Vai entender que não é dessas paixões de novela
É um amor libertino, pura atração daquelas de confundir a cabeça
De me deixar sem jeito, de me esmagar o peito

Pare, pense, sinta, veja, olhe, observe
Eu quero ver se você percebe essa minha paixão subliminar
E o seu prêmio será melhor do que tudo isso que falei
E que só faz sentido exclusivamente pra você

Vivo, vislumbro e analiso
Eu gosto de você
És a minha vilã, o meu vício vital
Eu necessito de você

Viés

Parece, pero no es
Intento disimular
Creo que ni te das cuenta
No imaginas
Cuánto intento acercarme
Para suplir, inyectar en mis venas tu miel
Hacerme la cabeza

Detente, piensa, siente, mira, observa
Quiero ver si te das cuenta
Voy a esperar a ver si notas
Que digo tu nombre
Y te digo lo que pienso sin necesidad de explicar

Vivo, vislumbro y analizo
Me gustas
Eres mi villana, mi vicio vital
Me gustas de verdad

Eres tan bella como astuta
Vas a entender lo que digo
Vas a entender que no es una de esas pasiones de novela
Es un amor libertino, pura atracción de esas que confunden la cabeza
Que me dejan sin palabras, que me aprietan el pecho

Detente, piensa, siente, mira, observa
Quiero ver si te das cuenta de esta pasión subliminal
Y tu premio será mejor que todo lo que dije
Y que solo tiene sentido exclusivamente para ti

Vivo, vislumbro y analizo
Me gustas
Eres mi villana, mi vicio vital
Te necesito

Escrita por: Jajá Cardoso