Minha Calçada
Eu bem sei, que é sagrado o meu amor!
Como se chega a ti?
Se extenderá minha aflição?
Quero estudar estrelas, por te esperar de novo, sem contar com o inesperado encontro.
Cabe em meu peito tanto amot?
Ou é loucura, lassidão, quiçá viagem, alucinação?
Ternura puraa, sonho encantado!
Quem ao seu lado dorme?
Eu bem sei, chove em meu peito tanto amor!
Quem poderá dizer que é de saudade a minha dor?
Ou são as folhas secas, secas folhas na calçada, fazendo esse barulho pela madrugada?
Ou são as folhas secas, secas folhas pela estrada, fazendo esse barulho na minha calçada?
Mi Vereda
Yo sé bien que mi amor es sagrado!
¿Cómo llegar a ti?
¿Se aliviará mi aflicción?
Quiero estudiar las estrellas, esperándote de nuevo, sin contar con el encuentro inesperado.
¿Cabe tanto amor en mi pecho?
¿O es locura, desgano, tal vez un viaje, alucinación?
¡Pura ternura, sueño encantado!
¿Quién duerme a tu lado?
Yo sé bien, tanto amor llueve en mi pecho!
¿Quién podrá decir que mi dolor es de añoranza?
¿O son las hojas secas, hojas secas en la vereda, haciendo ese ruido en la madrugada?
¿O son las hojas secas, hojas secas en el camino, haciendo ese ruido en mi vereda?
Escrita por: Mônica Luz / Vivianne Tosto