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Lágrimas Amargas

Walmir Serpa

Lágrimas Amargas

De verdade eu não queria
Que teu coração sofresse
Todavia é impossível
Pois a dor invade o dia
E parece irreversível
Sentir mágoa

As cadeias se romperam
E agora é a dor
Que está fingindo ser teu guia
E entre lágrimas tardias
Tu me falas que estás
Arrependida

Hoje sabes que nunca te faltei
E dei tudo de mim
Sempre porque confiei
Não fale mais mentiras
Em nome do amor
Que eu te dei

Recorda que eu tentei te prevenir
Que nas voltas desta vida
As traições cairiam sobre ti
Mas tu rias, tu pisavas na ferida...
E dizias: - Pobre tolo!
Teus olhos nunca me verão cair.

Agora que tu vens aqui chorar
Agora aprenderás a suplicar
E teu coração de pedra
Em pedaços hoje queda
Ao saber que eu não vou te perdoar
Agora que tu vens aqui chorar
Tua vaidade onde foi morar?
E aquela que sempre pensou ser princesa
Agora vem e rasteja
Implorando sim pra voltar

(Não zombe)

Recorda que eu tentei te prevenir
Que nas voltas desta vida
As traições cairiam sobre ti
Mas tu rias, tu pisavas na ferida...
E dizias: - Pobre tolo!
Teus olhos nunca me verão pedir

Lágrimas Amargas

De verdad no quería
Que tu corazón sufriera
Sin embargo, es imposible
Porque el dolor invade el día
Y parece irreversible
Sentir amargura

Las cadenas se rompieron
Y ahora es el dolor
Que finge ser tu guía
Y entre lágrimas tardías
Me dices que estás
Arrepentida

Hoy sabes que nunca te fallé
Y di todo de mí
Siempre porque confié
No digas más mentiras
En nombre del amor
Que te di

Recuerda que intenté advertirte
Que en las vueltas de esta vida
Las traiciones caerían sobre ti
Pero tú reías, pisabas la herida...
Y decías: - ¡Pobre tonto!
Tus ojos nunca me verán caer.

Ahora que vienes aquí a llorar
Ahora aprenderás a suplicar
Y tu corazón de piedra
Hoy se desmorona
Al saber que no te perdonaré
Ahora que vienes aquí a llorar
¿Dónde quedó tu vanidad?
Y aquella que siempre creyó ser princesa
Ahora viene y se arrastra
Implorando sí para volver

(No te burles)

Recuerda que intenté advertirte
Que en las vueltas de esta vida
Las traiciones caerían sobre ti
Pero tú reías, pisabas la herida...
Y decías: - ¡Pobre tonto!
Tus ojos nunca me verán pedir

Escrita por: Adail Mena / Walmir Serpa