Recaídas
Que tolice absurda que eu vivo
Me escondendo e fugindo sem razão
Já não dá pra enganar minhas vontades
Mas eu tenho medo da desilusão
Eu te sinto, te percebo em toda parte
Mas insisto não querer me entregar
Eu que venho de outras tantas recaídas
Com a alma amargurada e destruída
Já sem jeito e com medo de amar
Eu sou um animal buscando a presa
Assustado e sem coragem de chegar
Faminto de amor me aproximo
Meu coração ferido me obriga a recuar
Mas nessa guerra contra os meus desejos
Sou frágil pra vencer o teu querer
Te assumo de uma vez, mesmo que eu sofra
Pois sei que sofro mais pra te esquecer
Eu sou um animal buscando a presa
Assustado e sem coragem de chegar
Faminto de amor me aproximo
Meu coração ferido me obriga a recuar
Mas nessa guerra contra os meus desejos
Sou frágil pra vencer o teu querer
Te assumo de uma vez, mesmo que eu sofra
Pois sei que sofro mais pra te esquecer
Recaídas
Qué tontería absurda que vivo
Escondiéndome y huyendo sin razón
Ya no puedo engañar mis deseos
Pero tengo miedo a la desilusión
Te siento, te percibo en todas partes
Pero insisto en no quererme rendir
Vengo de tantas recaídas
Con el alma amargada y destruida
Ya sin salida y con miedo de amar
Soy un animal buscando la presa
Asustado y sin coraje para acercarme
Hambriento de amor me acerco
Mi corazón herido me obliga a retroceder
Pero en esta guerra contra mis deseos
Soy frágil para vencer tu querer
Te asumo de una vez, aunque sufra
Porque sé que sufro más para olvidarte
Soy un animal buscando la presa
Asustado y sin coraje para acercarme
Hambriento de amor me acerco
Mi corazón herido me obliga a retroceder
Pero en esta guerra contra mis deseos
Soy frágil para vencer tu querer
Te asumo de una vez, aunque sufra
Porque sé que sufro más para olvidarte
Escrita por: Itamar Dos Santos / Financeiro