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Amarga Ausência

Wilson Paim

Amarga Ausência

(Refrão)
Tá amargando demais
Esta saudade no meu mate
A tristeza mata a sede
Quando deito no meu catre
O vazio de tua ausência
Me abate, me abate, me abate

(Repete o Refrão)

Não brontaram mais sorrisos dentre os lábios
Meus provérbios de poeta não são sábios
A nostálgica canção que me acalenta noite longa vem dos rádios
Encostei minha guitarra lá num canto
Escorreguei pela lágrima do pranto
Debrucei-me na janela,
Mas no entanto não vislumbro nada mais que o próprio Campo

(Repete o Refrão)

Nem mesmo tua silhueta por viagem
Vem contrastar o verdor desta paisagem
Somente a razão traz esta mensagem que é sem volta
Que é sem volta tua viagem

Encostei minha guitarra lá num canto
Escorreguei pela lágrima do pranto
Debrucei-me na janela,
Mas no entanto não vislumbro nada mais que o próprio Campo

Tá amargando demais
Esta saudade no meu mate.

Amarga Ausência

(Estribillo)
Está amargando demasiado
Esta añoranza en mi mate
La tristeza mata la sed
Cuando me acuesto en mi catre
El vacío de tu ausencia
Me abate, me abate, me abate

(Repite el Estribillo)

Ya no brotan sonrisas entre los labios
Mis proverbios de poeta no son sabios
La nostálgica canción que me reconforta en la larga noche viene de las radios
Apoyé mi guitarra en un rincón
Resbalé por la lágrima del llanto
Me incliné en la ventana,
Pero no veo nada más que el propio Campo

(Repite el Estribillo)

Ni siquiera tu silueta por viaje
Viene a contrastar el verdor de este paisaje
Solo la razón trae este mensaje que es sin retorno
Que es sin retorno tu viaje

Apoyé mi guitarra en un rincón
Resbalé por la lágrima del llanto
Me incliné en la ventana,
Pero no veo nada más que el propio Campo

Está amargando demasiado
Esta añoranza en mi mate.

Escrita por: Paulo Mendonca / Wilson Paim