Gírias do Norte
O Zé do Brejo quando se casariô
Ele me convidariô
Pruma quadrilha eu marcariá
Marcariei uma quadrilha ritimada
Fui até de madrugada
Todo mundo cum seu pariá
Alavantuí, chã-de-dama anarrariê
Cantei côco pra valê
Todo mundo cum seu pariá
Brincarei na festa de casamento
Da filha de Pedro Bento
Na fazenda Caiucariá
O Zé do Brejo noivo muito animado
Logo depois de casado
Me pediu para cantariá
Alavantiú...
Me perguntam porque é que eu canto assim
Eu então lhes respondi
Que a minha língua não dariá
Esse negócio de dizer alavantú
Chã-de-dama anarriê
Posso me atrapalhariá
Alavantiú...
Slang aus dem Norden
Der Zé aus dem Sumpf, wenn er heiratet
Lädt mich ein
Zu einem Fest, ich würde planen
Ich würde eine rhythmische Feier planen
Ich war bis in die Nacht unterwegs
Jeder mit seinem Partner
Alavantuí, Chã-de-dama anarrariê
Ich sang Côco bis zum Umfallen
Jeder mit seinem Partner
Ich werde auf der Hochzeitsfeier feiern
Von Pedros Tochter
Auf der Farm Caiucariá
Der Zé aus dem Sumpf, der Bräutigam, sehr aufgeregt
Kurz nach der Hochzeit
Bat er mich zu singen
Alavantiú...
Sie fragen mich, warum ich so singe
Ich antworte ihnen
Dass meine Zunge nicht
Mit diesem Zeug von alavantú
Chã-de-dama anarriê
Ich könnte durcheinanderkommen
Alavantiú...