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Lejos de Mí

Xksitu, Criatura & Vinil

Longe de Mim

Refrão:
Aonde isto vai parar
Precisamos de um tempo
Eu não quero nem pensar
Não existe sentimento
Por isso vai, vai, vai , vai, vai para longe de mim
Por isso vai, vai, vai , vai, vai, não podemos estar assim

A dica já não me acerta já passei a meta há bué
Chica queres dar para esperta? Espera mete a marcha a ré
Eu preciso dum tempo, contigo não reflito
Tou aflito bem contigo mas é comigo que ando em conflito
Não passa de habituação se a gente não sente
Não dá para haver relação, nós somos frio com quente
Não há troca de palavras ou um olhar que seja forte
Só falas com o meu pénis e eu com o teu decote
Agora vou calçar os ténis não é que me importe para quê
Tu é que quiseste dar-me o corte sem dar um porquê
Onde é que isto pára?Vira a cara tou mole
A gente não se encara só se mascára debaixo do meu lençol
Mas uma palavra de ti parece que nunca é grátis
Queres me enfiar a borracha para me afiar o lápis
Um dia pedi-te o lume e acendeste-me a paixão
Trepei cheguei ao cume e lá de cima
Vi-me a ser calão a não pensar no meu verão
pensar em passar o meu serão sentado ao teu lado na mesma situação
Que havia desistiu quando ouviste outro assobio
Tu podes ser bela, mas não me pões a trela eu sou vadio

Refrão

Tu não sabes o que queres, fazes de mim boneco vudoo
Porquê me feres de alfineto pontíagudo
Sinto o agudo do aperto que tento mas não sacudo
De repente tudo é diferente, já me fadiga
Ladras de coração, conheço a cantiga
Mostram que querem mas não querem, têm mas não querem ter
Preferem ser tua melhor amiga
Que digam o que disserem vão lá estar, para o que der e vier
Mas é mentira, é de noite estou sozinho
A aprender a assobiar com a garrafa de vinho
E o poff (tasse bem) tá tudo tranquilo
Problemas são silêncio, tenho o som bem alto assim não dá para ouvi-lo
O meu vacilo está na importância porque se mostro que me importo
Meu porto ganha distância, como lucidez a fugir com vodka num copo
Para não te lembrar mando abaixo o shot
E penso que terei mais sorte num vadio decote
Mas o copo está vazio tu ainda me transbordas quando me abordas
Agitas a corda aplicas manobras
Mas não ficas são só dicas tu picas mas hoje não engordas
A esperança de quem te espera porque eu já dei o fora

Lejos de Mí

Refrão:
¿A dónde va esto a parar?
Necesitamos tiempo
No quiero ni pensarlo
No hay sentimiento
Por eso vete, vete, vete, vete, vete lejos de mí
Por eso vete, vete, vete, vete, vete, no podemos estar así

La pista ya no me alcanza, ya pasé la meta hace mucho
Chica, ¿quieres lucirte? Espera, retrocede
Necesito tiempo, contigo no reflexiono
Estoy afligido contigo, pero es conmigo con quien tengo conflicto
No es más que costumbre si no sentimos
No hay relación posible, somos frío con calor
No hay intercambio de palabras o una mirada fuerte
Solo hablas con mi pene y yo con tu escote
Ahora voy a ponerme los tenis, no me importa para qué
Tú quisiste cortarme sin dar una razón
¿Dónde termina esto? Giro la cara, estoy débil
No nos miramos, solo nos disfrazamos bajo mi sábana
Pero una palabra tuya parece que nunca es gratis
Quieres borrar mi rastro para afilar mi lápiz
Un día te pedí fuego y encendiste mi pasión
Subí, llegué a la cima y desde arriba
Me vi siendo un tonto, sin pensar en mi verano
Pensando en pasar mi tarde sentado a tu lado en la misma situación
Que había desistido cuando escuchaste otro silbido
Puedes ser hermosa, pero no me pones la correa, soy vagabundo

Refrão

Tú no sabes lo que quieres, me conviertes en un muñeco vudú
¿Por qué me hieres con una aguja afilada?
Siento el agudo apretón que intento pero no sacudo
De repente todo es diferente, ya me fatiga
Ladras de corazón, conozco la canción
Muestran que quieren pero no quieren, tienen pero no quieren tener
Prefieren ser tu mejor amiga
Digan lo que digan, estarán allí, pase lo que pase
Pero es mentira, es de noche y estoy solo
Aprendiendo a silbar con la botella de vino
Y el poff (está bien) todo está tranquilo
Los problemas son silencio, tengo el volumen alto para no escucharlos
Mi error está en la importancia, porque si demuestro que me importas
Mi puerto se aleja, como lucidez huyendo con vodka en un vaso
Para no recordarte, me tomo el trago de un sorbo
Y pienso que tendré más suerte en un escote vagabundo
Pero el vaso está vacío, tú aún me desbordas cuando me abordas
Agitas la cuerda, aplicas maniobras
Pero no te quedas, son solo sugerencias, picas pero hoy no engordas
La esperanza de quien te espera, porque yo ya me fui

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