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Amor Clandestino / Vida Vacía

Zé Augusto e Rafael

Amor Clandestino / Vida Vazia

Quando a porta se abrir
Você vai sair e pedir que eu esqueça
Toda vez é assim, vai fugindo de mim
Quase perco a cabeça

Quando o relógio avisa
Visto a minha camisa
Me escondo da dor
Nem bem a porta se fecha
Você me esquece no elevador

Fica a sensação
Que essa nossa paixão
É um caso sem jeito
Pra te amar outra vez
Lembro o que a gente fez
Te procuro no peito

Só encontro um vazio
Feito um peixe sem rio
Me falta um pedaço
Sinto então sua boca
E o meu corpo sem roupa
Dentro do seu abraço

Esse amor de momento
Quase nunca tem tempo
É feito às pressas
Não divide segredos
Não tem paz nem sossego
Não admite promessas

Esse amor clandestino
Faz de mim um menino
Que ao dormir, também chora
E adormece querendo
Te ouvir me dizendo
Nunca mais vou embora

Depois que você foi embora
A solidão entrou, trancou a porta
E não me deixa mais
Eu já tentei sair
Tentei fugir, não consegui
Eu já não tenho paz

Até o meu sorriso é tão sem graça
Não há nada que desfaça
Essa tristeza em meu olhar

O que é que eu vou fazer pra te esquecer?
O que é que eu vou fazer pra não sofrer?
O que é que eu faço pra você voltar
Pra minha vida?

Vida vazia, saudade sua
Dia nublado, vento gelado
Noite sem Lua
Vida vazia de sentimento
Noite sem sono, no abandono
Eu não aguento

Até o meu sorriso é tão sem graça
Não há nada que disfarça
Essa tristeza em meu olhar

O que é que eu vou fazer pra te esquecer?
O que é que eu vou fazer pra não sofrer?
O que é que eu faço pra você voltar
Pra minha vida?

Vida vazia, saudade sua (vazia)
Dia nublado, vento gelado
Noite sem Lua (uh uh uh)
Vida vazia de sentimento (vazia)
Noite sem sono, no abandono
Eu não aguento (uh uh uh)

Vida vazia, oh oh oh (vazia)
Dia nublado, vento gelado
Noite sem Lua (uh uh uh)
Vida vazia de sentimento (vazia)
Noite sem sono, no abandono
Eu não aguento (uh uh uh)

Amor Clandestino / Vida Vacía

Cuando se abra la puerta
Vas a salir y pedirme que te olvide
Siempre es así, huyes de mí
Casi pierdo la cabeza

Cuando el reloj avisa
Me pongo mi camisa
Me escondo del dolor
Apenas la puerta se cierra
Me olvidas en el ascensor

Queda la sensación
Que esta pasión nuestra
Es un caso perdido
Para amarte de nuevo
Recuerdo lo que hicimos
Te busco en mi pecho

Solo encuentro un vacío
Como un pez sin río
Me falta un pedazo
Entonces siento tu boca
Y mi cuerpo sin ropa
Dentro de tu abrazo

Este amor de momento
Casi nunca tiene tiempo
Es hecho a las apuradas
No comparte secretos
No tiene paz ni sosiego
No admite promesas

Este amor clandestino
Me convierte en un niño
Que al dormir, también llora
Y se duerme deseando
Escucharte decirme
Nunca más me iré

Después de que te fuiste
La soledad entró, cerró la puerta
Y ya no me deja
He intentado salir
He intentado huir, no pude
Ya no tengo paz

Hasta mi sonrisa es tan sin gracia
No hay nada que deshaga
Esta tristeza en mi mirada

¿Qué voy a hacer para olvidarte?
¿Qué voy a hacer para no sufrir?
¿Qué debo hacer para que vuelvas
A mi vida?

Vida vacía, tu ausencia
Día nublado, viento frío
Noche sin Luna
Vida vacía de sentimiento
Noche sin sueño, en el abandono
No aguanto más

Hasta mi sonrisa es tan sin gracia
No hay nada que disimule
Esta tristeza en mi mirada

¿Qué voy a hacer para olvidarte?
¿Qué voy a hacer para no sufrir?
¿Qué debo hacer para que vuelvas
A mi vida?

Vida vacía, tu ausencia (vacía)
Día nublado, viento frío
Noche sin Luna (uh uh uh)
Vida vacía de sentimiento (vacía)
Noche sin sueño, en el abandono
No aguanto más (uh uh uh)

Vida vacía, oh oh oh (vacía)
Día nublado, viento frío
Noche sin Luna (uh uh uh)
Vida vacía de sentimiento (vacía)
Noche sin sueño, en el abandono
No aguanto más (uh uh uh)

Escrita por: César Augusto Saud Abdala / José Marciano