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Las tintas del amor

Zebeto Corrêa

As Tintas do Amor

Eu não tenho medo de amar
Não tenho medo do amor
Tenho medo é de amar
Um novo amor
Tudo, tudo, tudo roda
É vertigem, lâmina
É ferrugem que corrói

Tu vieste a semear esse sentimento
Atintar as cores desse amor
Pondo a dor no esquecimento
Dando viveza ao meu vigor

Já não sei se sou em ti
Ou se tu terminas em mim

Sinto nascer em mim uma pintura
Outra aquarela acrílica mordente
És luz, és brilho, uma nova tintura
De forma e de um colorido diferente

Já não sei se sou em ti
Ou se tu terminas em mim

Las tintas del amor

No tengo miedo de amar
No tengo miedo al amor
Tengo miedo de amar
Un nuevo amor
Todo, todo, todo gira
Es vértigo, cuchilla
Es óxido que corroe

Viniste a sembrar ese sentimiento
Tintando los colores de este amor
Poniendo el dolor en el olvido
Dando viveza a mi vigor

Ya no sé si soy en ti
O si tú terminas en mí

Siento nacer en mí una pintura
Otra acuarela acrílica mordiente
Eres luz, eres brillo, una nueva tintura
De forma y de un colorido diferente

Ya no sé si soy en ti
O si tú terminas en mí

Escrita por: Jorge Ferreira / Zebeto Corrêa