As Tintas do Amor
Eu não tenho medo de amar
Não tenho medo do amor
Tenho medo é de amar
Um novo amor
Tudo, tudo, tudo roda
É vertigem, lâmina
É ferrugem que corrói
Tu vieste a semear esse sentimento
Atintar as cores desse amor
Pondo a dor no esquecimento
Dando viveza ao meu vigor
Já não sei se sou em ti
Ou se tu terminas em mim
Sinto nascer em mim uma pintura
Outra aquarela acrílica mordente
És luz, és brilho, uma nova tintura
De forma e de um colorido diferente
Já não sei se sou em ti
Ou se tu terminas em mim
Las tintas del amor
No tengo miedo de amar
No tengo miedo al amor
Tengo miedo de amar
Un nuevo amor
Todo, todo, todo gira
Es vértigo, cuchilla
Es óxido que corroe
Viniste a sembrar ese sentimiento
Tintando los colores de este amor
Poniendo el dolor en el olvido
Dando viveza a mi vigor
Ya no sé si soy en ti
O si tú terminas en mí
Siento nacer en mí una pintura
Otra acuarela acrílica mordiente
Eres luz, eres brillo, una nueva tintura
De forma y de un colorido diferente
Ya no sé si soy en ti
O si tú terminas en mí
Escrita por: Jorge Ferreira / Zebeto Corrêa