Canção VI
Três luas, Dionísio, não te vejo
Três luas percorro a casa, a minha
E entre o pátio e a figueira
Converso e passeio com meus cães
E fingindo altivez digo à minha estrela
Essa que é inteira prata, dez mil sóis
Três luas, Dionísio, não te vejo
Três luas percorro a casa, a minha
E entre o pátio e a figueira
Converso e passeio com meus cães
E fingindo altivez digo à minha estrela
Essa que é inteira prata, dez mil sóis
Sirius pressaga
Que Ariana pode estar sozinha
Sem Dionísio, sem riqueza ou fama
Porque há dentro dela um sol maior
Amor que se alimenta de uma chama
Movediça e lunada, mais luzente e alta
Quando tu, Dionísio, não estás
Três luas, Dionísio, não te vejo
Três luas percorro a casa, a minha
E entre o pátio e a figueira
Converso e passeio com meus cães
E fingindo altivez digo à minha estrela
Essa que é inteira prata, dez mil sóis
Três luas, Dionísio, não te vejo
Canción VI
Tres lunas, Dionisio, no te veo
Tres lunas recorro la casa, la mía
Y entre el patio y la higuera
Converso y paseo con mis perros
Y fingiendo altivez le digo a mi estrella
Esa que es entera plata, diez mil soles
Tres lunas, Dionisio, no te veo
Tres lunas recorro la casa, la mía
Y entre el patio y la higuera
Converso y paseo con mis perros
Y fingiendo altivez le digo a mi estrella
Esa que es entera plata, diez mil soles
Sirio presagia
Que Ariana puede estar sola
Sin Dionisio, sin riqueza o fama
Porque hay dentro de ella un sol mayor
Amor que se alimenta de una llama
Movediza y lunada, más brillante y alta
Cuando tú, Dionisio, no estás
Tres lunas, Dionisio, no te veo
Tres lunas recorro la casa, la mía
Y entre el patio y la higuera
Converso y paseo con mis perros
Y fingiendo altivez le digo a mi estrella
Esa que es entera plata, diez mil soles
Tres lunas, Dionisio, no te veo
Escrita por: Hilda Hist / Zeca Baleiro