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Insípida Rutina

Zelda Scoth

Cotidiano Insípido

O cotidiano insípido fez os ponteiros
Andarem no mesmo lugar
As horas pararam no tempo
E tão depressa ficou o mundo devagar

No mesmo ritmo e compasso
A mesma história voltou a acontecer
Ou será que as coisas mudaram
E eu que não consigo mais ver?

Refrão

E o tempo não volta atrás
Distância não se desfaz e passou

E tudo que não adianta mais
E não se refaz causa dor

Os dias estão indo embora sem ao menos
Nascer do sono febril das horas
Alienados pelo ritualismo de instantes iguais
Vícios temporais

E se os anos já não tem mais os meses
E os meses já não tem mais os dias
Eu vou criar um veneno antimonotonia...

Refrão

E o tempo não volta atrás
Distância não se desfaz e passou

E tudo que não adianta mais
E não se refaz causa dor

Insípida Rutina

La insípida rutina hizo que las manecillas
Avanzaran en el mismo lugar
Las horas se detuvieron en el tiempo
Y el mundo se volvió lento tan rápidamente

Al mismo ritmo y compás
La misma historia volvió a suceder
¿O será que las cosas cambiaron
Y soy yo quien ya no puede ver?

Coro

Y el tiempo no retrocede
La distancia no se deshace y pasó

Y todo lo que ya no sirve de nada
Y no se rehace causa dolor

Los días se van sin siquiera
Nacer del sueño febril de las horas
Alienados por el ritualismo de instantes iguales
Vicios temporales

Y si los años ya no tienen meses
Y los meses ya no tienen días
Voy a crear un veneno antimonotonía...

Coro

Y el tiempo no retrocede
La distancia no se deshace y pasó

Y todo lo que ya no sirve de nada
Y no se rehace causa dolor

Escrita por: Zelda Scoth