395px

El Aceite

Zélia Carrão Golnik

O Óleo

Uma certa viúva procura Eliseu
Dizendo meu marido que tu sabes Servo seu
Veio à falecer, tua ajuda eu preciso
Chegaram os credores
E querem levar meus filhos
Me cobrando uma dívida que não posso pagar
Não sei, hó meu senhor, como é que vou sanar
Se há um jeito então me diga como resolver?
E Eliseu pergunta o que tens pra oferecer?

Nada, meu senhor, em minha casa não tem nada
Somente um pouquinho de azeite, resta no fundo do vaso
Não demora, logo acaba

Onde Deus chega a miséria ali não fica
Tem providência quando dele necessita
Disse o profeta, entra ai na sua casa
Pode preparar vasilha

O azeite vai multiplicar
Vaso que está vazio
Pode se aproximar
De preferência limpo
Disponível pra usar
Enquanto Deus derrama
Ele adora e dá lugar

Pode fechar a porta
Só vaso escolhido nessa casa vai ficar
Se o vaso estiver trinco
O oleiro vai moldar
Amassa e faz de novo
Pra sua glória revelar

Vai ter com abundância
Vai ter pra emprestar
Tudo em abastança, mais nada vai faltar
Vai liquidar a dívida
E viverá à vida com o restante que sobrar

Não vai mais dever nada
Chegou a provisão
Viúva respeitada
Não tem mais choro não
Será serva honrada
Já passou, está findado o tempo da humilhação

El Aceite

Una viuda en busca de Eliseo
Dice que su difunto marido era tu siervo
Ha fallecido, necesito tu ayuda
Los acreedores han llegado
Y quieren llevarse a mis hijos
Exigen una deuda que no puedo pagar
No sé, oh mi señor, cómo resolveré esto
Si hay una solución, dime cómo hacerlo
Y Eliseo pregunta ¿qué tienes para ofrecer?

Nada, señor, en mi casa no hay nada
Solo un poco de aceite queda en el fondo del frasco
No durará mucho, pronto se acabará

Donde Dios llega, la miseria desaparece
Él provee cuando se le necesita
Dijo el profeta, entra en tu casa
Prepara vasijas

El aceite se multiplicará
El frasco que está vacío
Puede acercarse
Preferiblemente limpio
Listo para ser usado
Mientras Dios lo derrama
Él adora y da lugar

Puedes cerrar la puerta
Solo las vasijas elegidas permanecerán en esta casa
Si la vasija está agrietada
El alfarero la moldeará
Amasa y vuelve a hacer
Para revelar su gloria

Habrá abundancia
Habrá para prestar
Todo en abundancia, nada faltará
Pagarás la deuda
Y vivirás con lo que sobre

No deberás más nada
Ha llegado la provisión
La viuda respetada
Ya no habrá más lágrimas
Será una sierva honrada
Ha pasado, ha terminado el tiempo de la humillación

Escrita por: