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Sombra del Pasado

Zilo e Zalo

Sombra do Passado

Meus companheiros vivem sempre insistindo
Me perguntando onde está o meu amor
Eu me esforço pra responder sorrindo
Escondendo minha mágoa, minha dor
Companheiros ela vive tão distante
Se está sozinha ou com outro eu não sei
Mas na verdade não esqueço um instante
Aquela ingrata que na vida eu tanto amei

E quando a noite no silencio do meu leito
Amargurado amanheço sem dormir
Sinto a saudade tomar conta do meu peito
Vejo na mente sua imagem refletir
Foi o destino que me deu este castigo
E me tortura por amar quem não me quer
A minha sorte é ingrata meu amigos
Porque não posso esquecer essa mulher

Companheiros vejam este par de alianças
Quase perdido neste canto abandonado
Em minha vida foi um sonho de esperança
Hoje é somente uma sombra do passado

Sombra del Pasado

Mis amigos siempre insisten
Preguntándome dónde está mi amor
Me esfuerzo por responder sonriendo
Escondiendo mi dolor, mi pena
Ella, mis amigos, vive tan lejos
Si está sola o con otro, no lo sé
Pero en realidad no olvido ni un instante
A esa ingrata a la que tanto amé

Y cuando la noche en el silencio de mi lecho
Amargado amanezco sin dormir
La nostalgia se apodera de mi pecho
Veo en mi mente su imagen reflejar
Fue el destino que me dio este castigo
Y me tortura por amar a quien no me quiere
Mi suerte es ingrata, amigos míos
Porque no puedo olvidar a esa mujer

Amigos, vean este par de alianzas
Casi perdido en este rincón abandonado
En mi vida fue un sueño de esperanza
Hoy es solo una sombra del pasado

Escrita por: Benedito Seviero / Zilo