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Melodía de la Nostalgia

Zita Carreiro e Carreirinho

Melodia da Saudade

Neste recanto um dia fui derrotado
E meus amigos não quiseram dar-me a mão
Graças a Deus hoje estou equilibrado
Voltei a ser um homem de posição

Uma mulher até chorava de contente
Quando entrei de novo neste recinto
Meus companheiros me saudaram alegremente
Voltei aqui só para dizer o que sinto

Vou ser sincero, creia em mim que eu não tenho
Mágoa da gente que daqui me pôs pra fora
A essa gente de muito longe eu venho
Agradecer o homem que sou agora

Na minha frente hoje vejo meu futuro
Porque deixei aquela vida que eu tinha
Só uma coisa que me trouxe aqui, eu juro
Vim pra buscar a mulher que era minha

Foi nesta sala, naquela mesa do canto
Que eu cantei a canção da despedida
E a mulher que eu adoro e quero tanto
Ficou chorando quando eu disse, adeus querida

Tenho dinheiro, só faltava a minha amada
Pra completar a minha felicidade
Ouçam a música que em minha mente está gravada
Ficou pra mim a melodia da saudade

Cabocla, eu vivo triste
Desde que eu fui embora
Sinto aqui dentro do peito
Uma dor que me devora
Lalalará lalará...

Melodía de la Nostalgia

En este rincón un día fui derrotado
Y mis amigos no quisieron darme la mano
Gracias a Dios hoy estoy equilibrado
He vuelto a ser un hombre de posición

Una mujer hasta lloraba de contenta
Cuando entré de nuevo en este recinto
Mis compañeros me saludaron alegremente
He vuelto aquí solo para decir lo que siento

Voy a ser sincero, créeme que no guardo
Rencor hacia la gente que me echó de aquí
A esa gente de muy lejos vengo
Agradecer al hombre que soy ahora

En mi frente hoy veo mi futuro
Porque dejé esa vida que tenía
Solo una cosa me trajo aquí, lo juro
Vine a buscar a la mujer que era mía

Fue en esta sala, en aquella mesa del rincón
Que canté la canción de despedida
Y la mujer que adoro y quiero tanto
Se quedó llorando cuando dije, adiós querida

Tengo dinero, solo faltaba mi amada
Para completar mi felicidad
Escuchen la música que en mi mente está grabada
Quedó para mí la melodía de la nostalgia

Cabocla, vivo triste
Desde que me fui
Siento aquí dentro del pecho
Un dolor que me devora
Lalalará lalará...

Escrita por: Antônio Ferreira / Carreirinho