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Farsas del Amor

Zoroastro

Farsas do Amor

Conversa macio ao pé do ouvido
Mas eu duvido que vá te amar
Ela diz tantas coisas pra te agradar
Fingindo ser dona do seu coração

Voce precisa aprender
Não se conta segredo pra uma qualquer
Ela jura amor e de noite te quer
Te fazendo falar pra depois entregar

E voce não percebe aquele jeitinho
É a farsa do amor, acredite é assim

Se te cobra de dia ela vai te trair
Se te cobra de noite, não quer repartir
Se sou um machista lhe peço desculpas
Sofri nesta vida por causa das frutas

Queria amélia e tive tereza
Queria ofélia e tive certeza
Macaco que pula rebenta o galho
Caindo de cara no duro cascalho

Eu tive vitória, saí com a sofia
Perdi a glória, casei com a maria
Eu só não quero o galho na testa
Enquanto ela festa zombando de mim

Se ela é vadia, ela me satisfaz
Se a outra é correta, não fica pra trás
A vida ensina, mas não aprendemos
Se esse é o fado eu quero a mulher

Agora eu vou ouvir ze ramalho
Voltar ao trabalho, agir com a razão
E voce meu amigo não esqueça o que digo e seja feliz
E voce meu amigo não esqueça o que digo e seja feliz

Farsas del Amor

Conversa suavemente al oído
Pero dudo que vaya a amarte
Ella dice tantas cosas para complacerte
Fingiendo ser dueña de tu corazón

Tienes que aprender
No se le cuentan secretos a cualquiera
Ella jura amor y por la noche te desea
Haciéndote hablar para luego traicionarte

Y tú no te das cuenta de ese comportamiento
Es la farsa del amor, créeme, es así

Si te exige de día, te va a engañar
Si te exige de noche, no quiere compartir
Si soy machista, pido disculpas
He sufrido en esta vida por causa de las frutas

Quería a Amélia y tuve a Teresa
Quería a Ofelia y tuve certeza
Mono que salta, rompe la rama
Cayendo de cara en el duro pedregal

Tuve victoria, salí con Sofía
Perdí la gloria, me casé con María
Solo no quiero la rama en la frente
Mientras ella festeja burlándose de mí

Si ella es promiscua, me satisface
Si la otra es correcta, no se queda atrás
La vida enseña, pero no aprendemos
Si este es mi destino, quiero a la mujer

Ahora voy a escuchar a Ze Ramalho
Volver al trabajo, actuar con razón
Y tú, amigo mío, no olvides lo que digo y sé feliz
Y tú, amigo mío, no olvides lo que digo y sé feliz

Escrita por: Paulo Freitas Bittencourt Vieira