Blindagem
Agora blindo minha alma
Cercada de ferros
E espinhos que furam meu coração
Minha boca sem saliva
Tem sede da sua boca
Mas a distância separa o corpo da mente
Minha alma do corpo
E corpo do coração
Coração com os espinhos
Das muitas rosas que lhe dei
E blindo agora o meu corpo
Pra que as balas não me acertem
Os muros não me aceitem
Com um coração arruinado
Mas a saudade desperta tão triste
Antes de cada sonho
E a doença que carrego de sofrer sem ser amado
É a alegria que senti quando estava ao seu lado
Fiz promessas, juramentos
Fui ingênuo e conformado
Pra me proteger dessa loucura
Que é estar apaixonado
*// solo de guitarra //*
Estou seguindo devagar
Por um caminho mal traçado
Uma trilha que não existe
Por ter dado tudo errado
Eu vivo agora o presente
E o passado que voou
Lembro tudo o que passei
E me bate a saudade
Como nada é perfeito
Meu peito arde
Pois dentro dele
Há uma peça com blindagem...
...mas como nada é perfeito
Meu peito arde
Pois dentro dele
Há uma peça com blindagem.
Blindaje
Ahora blindo mi alma
Rodeada de hierros
Y espinas que perforan mi corazón
Mi boca sin saliva
Tiene sed de tu boca
Pero la distancia separa el cuerpo de la mente
Mi alma del cuerpo
Y el cuerpo del corazón
Corazón con las espinas
De las muchas rosas que te di
Y ahora blindo mi cuerpo
Para que las balas no me alcancen
Los muros no me acepten
Con un corazón arruinado
Pero la añoranza despierta tan triste
Antes de cada sueño
Y la enfermedad que cargo de sufrir sin ser amado
Es la alegría que sentí cuando estaba a tu lado
Hice promesas, juramentos
Fui ingenuo y resignado
Para protegerme de esta locura
Que es estar enamorado
*// solo de guitarra //*
Estoy avanzando lentamente
Por un camino mal trazado
Un sendero que no existe
Por haberlo arruinado todo
Vivo ahora el presente
Y el pasado que se fue
Recuerdo todo lo que pasé
Y la añoranza me golpea
Como nada es perfecto
Mi pecho arde
Pues dentro de él
Hay una pieza con blindaje...
...pero como nada es perfecto
Mi pecho arde
Pues dentro de él
Hay una pieza con blindaje.
Escrita por: Roberto Matos Do Nascimento / Vini Rebel