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Romero del Borde del Agua

Iridio e Irineu

Alecrim da Beira D'água

Alecrim da beira d’água
Ele cresce sem raiz
Você diz que me deixou
Mas fui eu que não te quis

A folha da bananeira
De verde ficou madura
Quem namora amor dos outros
Não tem a vida segura

Menina me dá um beijo
Enquanto seu pai almoça
Não podendo ser aqui
É no caminho da roça

Paixão começa com P
A saudade é com S
Saudade a gente tem
De alguém que não se esquece

Você diz que não me quer
Eu também não faço empenho
Você não serve de pajem
De uma amor que agora eu tenho

Minha viola tem dez cordas
O meu violão tem seis
Ou me ame com firmeza
Ou me deixe de uma vez

Alecrim da beira d’água
Ele cresce sem raiz
Você diz que me deixou
Mas fui eu que não te quis

A folha da bananeira
De verde ficou madura
Quem namora amor dos outros
Não tem a vida segura

Romero del Borde del Agua

Romero del borde del agua
Él crece sin raíz
Dices que me dejaste
Pero fui yo quien no te quiso

La hoja del plátano
De verde se volvió madura
Quien se enamora del amor ajeno
No tiene la vida segura

Nena, dame un beso
Mientras tu papá almuerza
No puede ser aquí
Es en el camino al campo

Pasión empieza con P
La añoranza es con S
Añoranza es lo que sentimos
Por alguien que no olvidamos

Dices que no me quieres
Yo tampoco me esfuerzo
No sirves como paje
Para un amor que ahora tengo

Mi viola tiene diez cuerdas
Mi guitarra tiene seis
Ámame con firmeza
O déjame de una vez

Romero del borde del agua
Él crece sin raíz
Dices que me dejaste
Pero fui yo quien no te quiso

La hoja del plátano
De verde se volvió madura
Quien se enamora del amor ajeno
No tiene la vida segura

Escrita por: João de Deus / Lourival dos Santos