Suscríbete
Visualizaciones de la letra 2

Zé da Melena

Fernanda Maria

De quando em quando, da minha água-furtada
Meus olhos vão procurando de outros olhos a morada
Vagueio a vista pela viela adormecida
Mas nem sombras do fadista do fado da minha vida

Zé da melena, onde estás, que te não vejo?
Vem, que a noite está serena como a carícia dum beijo
Vem à viela, que a minha voz não resiste
A atirar-te da janela o fado dum amor triste

Vem de mansinho, por sob o luar de prata
Que te ilumina o caminho da noturna serenata
Traz a guitarra que aos palácios foi gemer
Não te esqueças da samarra, de manhã pode chover

Zé da melena, quem dera fosse verdade
Mas sonhar não vale a pena, com as penas da saudade
Zé da melena, tu pertences ao passado
Para quê trazer à cena relíquias do velho fado?


Comentarios

Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra

0 / 500

Forma parte  de esta comunidad 

Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de Fernanda Maria y explora más allá de las letras.

Conoce a Letras Academy

¿Enviar a la central de preguntas?

Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.

Comprende mejor con esta clase:

0 / 500

Opciones de selección