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Moldado No Laço

Grupo Tertulia

Letra

Moldeado en el Lazo

Moldado No Laço

Me dicen grosero, de bestia del monteMe chamam de grosso, de bicho do mato
Solo porque no suelto la bombacha y el tratoSó porque eu não largo a bombacha e o trato
Soy de alboroto y traigo el retratoSou de alvoroço e eu trago o retrato
Pero no soy de adorno, soy un hombre de verdadMas não sou de enfeite sou um homem de fato

No tengo tonterías, ni estilo adornadoNão tenho frescura, nem jeito enfeitado
Digo todo lo que pienso y no me quedo calladoFalo tudo o que penso e não fico calado
No me acostumbro a edificios ni a luces de ciudadNão me acostumo com prédio e nem com luz de cidade
Aquí el respeto todavía vale de verdadAqui o respeito ainda vale de verdade
No me acostumbro a edificios ni a luces de ciudadNão me acostumo com prédio e nem com luz de cidade
Aquí el respeto todavía vale de verdadAqui o respeito ainda vale de verdade

Soy de raíz, soy del campo, soy de tierra batidaSou raiz, sou do campo, sou de chão batido
Mi palabra es firme, tengo un modo decididoMinha palavra é firme, jeito decidido
Fui criado en la estancia y moldeado en el lazoFui criado na estância e moldado no laço
Así es como vivoÉ assim que eu vivo
Soy de raíz, soy del campo, soy de tierra batidaSou raiz, sou do campo, sou de chão batido
Mi palabra es firme, tengo un modo decididoMinha palavra é firme, jeito decidido
Fui criado en la estancia y moldeado en el lazoFui criado na estância e moldado no laço
Así es como vivoÉ assim que eu vivo

No uso perfume, mi olor es a tierraNão uso perfume meu cheiro é de chão
Mi sello es la bota marcando el galpónMinha firma é a bota marcando o galpão
No cambio mi monte por nada, señorNão troco meu mato por nada senhor
Ni por fama, ni por carro, ni por un amor falsoNem por fama, nem por carro e nem por falso amor

No tengo tonterías, ni estilo adornadoNão tenho frescura, nem jeito enfeitado
Digo todo lo que pienso y no me quedo calladoFalo tudo o que penso e não fico calado
No me acostumbro a edificios ni a luces de ciudadNão me acostumo com prédio e nem com luz de cidade
Aquí el respeto todavía vale de verdadAqui o respeito ainda vale de verdade
No me acostumbro a edificiosNão me acostumo com prédio
Ni a luces de ciudad, aquí el respeto todavía vale de verdadE nem com luz de cidade Aqui o respeito ainda vale de verdade

Soy de raíz, soy del campo, soy de tierra batidaSou raiz, sou do campo, sou de chão batido
Mi palabra es firme, tengo un modo decididoMinha palavra é firme, jeito decidido
Fui criado en la estancia y moldeado en el lazoFui criado na estância e moldado no laço
Así es como vivoÉ assim que eu vivo
Soy de raíz, soy del campo, soy de tierra batidaSou raiz, sou do campo, sou de chão batido
Mi palabra es firme, tengo un modo decididoMinha palavra é firme, jeito decidido
Fui criado en la estancia y moldeado en el lazoFui criado na estância e moldado no laço
Así es como vivoÉ assim que eu vivo

Escrita por: Célio Roberto Julhão, Clisman Piazza. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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