
Mulher Pavão
A Infância de Romeu e Julieta
Sempre que ela chega, ela chama a atenção
Toma conta do pedaço, é a sensação
Desfilando as suas plumas, espalhando a sua luz
Pelo salão
Aha, não tem quem não se encante com a sua beleza
Ela é cheia, é a cara da riqueza
Suas cores tão brilhantes são pra lá de exuberantes
É a mulher pavão
Mas por trás do luxo tem um papo reto
Esse bicho não é nem um pouco discreto
Mesmo que tente, não consegue ficar quieto
E abre o seu leque para impressionar
Daí, então, começa a gritar
Ninguém segura, mas parece um furacão
Rainha da cocada, ela tem sempre uma jogada
Ela é a dona da razão
Daí, então, começa a gritar
Ninguém segura, mas parece um furacão
Rainha da cocada, ela tem sempre uma jogada
É a mulher pavão
Às vezes, engraçada
Até meio desajeitada
Às vezes, elegante
Toda empinada
Às vezes, chique
Mas, às vezes, não
Porque ela adora uma confusão
Daí, então, começa a gritar
Ninguém segura, mas parece um furacão
Rainha da cocada, ela tem sempre uma jogada
Ela é a dona da razão
Daí, então, começa a gritar
Ninguém segura, mas parece um furacão
Rainha da cocada, ela tem sempre uma jogada
É a mulher pavão
É a mulher pavão!



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