
Às Quatro da Madrugada
Abel e Caim
Às quatro horas da madrugada eu vi a Lua toda adornada
Seguindo o seu roteiro no céu
Eu retornava da batucada tinha brigado com minha amada
Meu coração era fogaréu
O meu cavalo muito apressado vinha largueando
Num passo picado num bafejado que dava dó
Então notei que ele sentia a mesma dor que eu padecia
Por ter ficado assim tão só
No clarão da Lua, no romper da aurora
Com a estrela Dalva eu me encontrei
Pedi para ela me trazer a Nalva
Aquela gracinha de mineirinha que tanto amei
Assim os dias foram passando e aquela dor me atormentando
Senti que não aguentava mais
Falei comigo mesmo num canto porque viver neste desencanto
Vou reaver toda minha paz
Joguei a tralha no meu metreiro vesti meu traje de bandoleiro
Peguei dinheiro e revólver bom
E resoluto com pouca prosa eu fui buscar a mulher formosa
Que machucou o meu coração
No clarão da Lua, no romper da aurora
Com a estrela Dalva eu me encontrei
Pedi para ela me trazer a Nalva
Aquela gracinha de mineirinha que tanto amei



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