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Canção de Ser Triste
Agostinho dos Santos
O dia nasce e morre
A onda vem e vai
Só eu fiquei assim a flor do ai
O tempo corre nada o detém
Só eu parei só eu fiquei
Sem ter ninguém, ninguém
As horas duma vida
São breves como os ais
Só para mim vê-la não passam mais
Eu sou aquelas horas que perdestes
E que não podem ser nunca mais
Eu sou aquelas horas que perdestes
E que não podem ser nunca mais
Escrita por: Jeronimo Braganca / Jorge Costa Pinto. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Nelson. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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