Ela surge no horizonte como furacão
Nascida do vento, como um sussurro
Que logo vira trovão!

Ela tentou ser suave
Mas o o mundo não a respeitou
Agora veste sua armadura
E caminha sem medo
Ela é quente demais
Pra quem gosta de morno
E intensa muito além de quem
Tem medo de sentir

Dança feroz, em movimentos que desenham
Espirais pelo chão
Ao centro, com seu vestido e lábios macios
Ela chega, provoca
E vai embora
Deixando saudade e fogo!

Existe um silêncio profundo
Um olhar calmo, quase uma oração
Ao redor dessa bela visão
Existe o caos do mundo
Mas eu só vejo você
No olho do furacão
Fazendo bagunça
Em meu coração

Escrita por: Allan Constante / Regiane Oliveira Souza Ferreira. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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