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Chuvas de São Paulo
Alvaro Dutra
As chuvas de São Paulo
Não lavam a minha alma
Como poderiam
O que fazer com tanta lama?
Aceitá-la, com a calma
Dos tantos sóis que se apagam
Com a lama das chuvas de São Paulo
Vivo e viverei de goteiras
As águas correntes (e sujas)
Do meu teto imaginário
Furarão minha alma e sapatos
Sujarão o que resta
Do meu mundo ressecado
Desidratando os sentidos
E desmaiando pedaços
Escrita por: Álvaro Dutra / Raquel Campos. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
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