
Bike
Amandinho
Tentando me suportar no caminho das ruas
Pedalando sob o sol, deixando o vento soprar
Só que esse vento não existe nesse lugar
Restaram muros e portões que lhe impedem de olhar
Não quero passar por isso até morrer
Pegue suas coisas e vamo dar um rolê
Não entendo a direção que isso tudo vai tomar
E eu temo que eu vá viver vendo o medo continuar
Sempre novos espigões empatando o pôr-do-sol
E destruindo corações, não deixando a luz entrar
Seguindo passos de amigos posso ver
Que não é assim que nós devemos crescer
Não posso ser maior que a Moura Dubeux
Mas vou ficar pedalando até morrer



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