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Matilde
Ana Luísa Ramos
Pobre Matilde
Cansada de viver
Pobre Matilde
A gente passa e não te vê
E os dias são tão cheios
E a alegria é quase nada
Você acerta sempre em cheio
Mas as cartas são marcadas
E a glória é do vendedor
E as flores são pro cantor
Que diz nada
Velha Matilde
Seus olhos verdes cinza
E suas memórias
Levadas pela brisa
De quando o sol encontrava o mar
E o horizonte era sempre seu
E o sol brilhava
Nos varais
Nas pitangas
No infinito
Dos quintais
Nas manhãs
Que eram suas
Nos varais
Nas pitangas
No infinito
Dos quintais
Nas manhãs
Que eram suas



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