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Pedacinhos do Céu

Arnaldo Luis Miranda

Teus olhos, pedacinhos do céu
São para mim as janelas do mundo
Bebo ali alegria a granel
Ali repouso o meu coração vagabundo

Sou tão frágil agora que a tenho
E forte tanto só por tê-la
Que nada digo nem arrisco engenho
Onde a natureza fez-se plena e por inteira

Amá-la é, pois, a fortaleza
Aberta, nos seus flancos desarmada
É delicada a força da beleza
Tão certo quanto existe uma força fraca
Presença ausente que intriga
Confunde e ao coração atordoa
Só sei, filha, que amá-la – maravilha!
Tornou-me frágil como as coisas boas

Eu que sou um perdido
"Ri das cicatrizes quem não foi ferido"
Eu que sou um danado
Zomba do amor quem nunca foi amado!

Escrita por: Arnaldo Luis Miranda. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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