Vaidade
Arthur Liberato
Tudo é igual, sempre tão normal, um dia normal, isso me faz mal
Eu sei foi você quem escolheu que fosse assim
Deixar tudo assim, ficar sem mim, dizendo que sim
Eu vou voltar..
Tentei entender, se eu e você tiver de ser
Será lá na frente, ninguem manda na gente, eu
Cansei de tanto ouvir, ficar sem dormir, não ter onde ir
Deixo a porta entreaberta e vou
Eu vou sair só por vaidade
Cantar pela rua, esconder a idade
Andar de pés descalços com um vinho barato
Ascender um cigarro, incendiar o teu quarto
E sumir
Só por vaidade
Sentar na calçada e incriminar a saudade
Andar de pés descalços com um vinho barato
Curtir um barato sozinho
Eu não sei ser assim
Preciso achar a cura algo que possa me mudar
Eu não sei ser assim
Procuro ficar de longe mais você vem pra perto de mim
Eu não ser ser assim
Não sei!
Vamos sair, obedescer a vontade
Andar pela rua, e fazer maldade
Andar de pés descalços com um vinho barato
Entrar no meu carro, jogar tudo pro alto
E fugir
Só por vaidade
Sentar na calçada e matar a saudade
Andar de pés descalços com um vinho barato
Curtir um barato sozinhos



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