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Cravo Poeta
Artur Batalha
Nesta hora, a poesia
É a máxima distância
Que me separa do mundo
E da noite negra e fria
Sobe a haste da infância
Nasce um cravo vagabundo
Cresce de tudo um poema
Pelos muros da cidade
Sem medos de amanhecer
Nas raízes morre a algema
Que lhe prendia a idade
Com decretos de viver
Sorri ao mundo, sorri
Em cada folha um poema
Cravo de verso na mão
As pétalas que te vesti
Sem usar de estratagema
Dão ao meu fado, razão
Escrita por: Carlos Da Maia / Fernando Jô. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Mário. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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