
Asa Branca
As Aventuras de Poliana (Novela)
Quando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu, uai
Por que tamanha judiação?
Eu preguntei a Deus do céu, uai
Por que tamanha judiação?
Que braseiro, que fornalha
Nenhum pé de plantação
Por farta dágua perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por farta dágua perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entonce eu disse: Adeus, Rosinha
Guarda contigo meu coração
Entonce eu disse: Adeus, Rosinha
Guarda contigo meu coração
Hoje longe, muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Quando o verde dos teus óio
Se espaiar na prantação
Eu te asseguro, não chore, não, viu
Que eu vortarei, viu, meu coração
Eu te asseguro, não chore, não, viu
Que eu vortarei, viu, meu coração



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