
Visão do Passado
Augusto Calheiros
Aqui onde a tristeza me persegue tanto
Trago em meu coração um sonho embalsamado
Porque concretizei na lira do meu pranto
A perpétua visão no passado
E assim como estes versos que sofrem comigo
Num pedaço de amor que se petrificou
Eu ergui sobre mim um jazigo
Monumento que a dor me ofertou
Sonhar
Sublime obsessão
E efêmera visão
Do apogeu do amor
Porém
Em tudo há um porém
O sonho é também
Prenúncio de dor
Sofri
Um horrível despertar
Que veio separar
Dois corações iguais
E ela não sabe
Que eu não vivo mais
[INTERVALO INSTRUMENTAL]
[REPETE 2ª ESTROFE]



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