
Aleluia
Ayam Ubráis Barco
É como tinta de cajú
Cai na roupa e nem o fogo tira
Reviver a resistência das guerreiras e guerreiros dessa lida
Desna as antiga que se sabe de qual bolso vem a sanha assassina
Coragem, amor, ao lado teu
Rompem sementes que derrubam os canhões
Aleluia
Berraram que viriam nos matar
E nós cantamos que não iremos morrer
Sabem os sonhos de lutar que os pregos não crucificam a primavera
De cruz em cruz nós a ressuscitar
De mãos em mãos venceremos qualquer guerra
Amem
Aleluia
Perdoai os cegos de cifrão
Aleluia
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