
Zahira
Ayam Ubráis Barco
Sim, este corpo pesa sobre o teu
E sobre o mundo eu trago guerra ou fumaça e mágoa a peso de chumbo
E pelos dedos um perfume que é de pólvora em seu vento
Carne dura e vias de fato
O corpo pesa menos que os dias
E de caneta em caneta
Em perjúrio canto o dia que não nasce
O amor que não vem
O lugar que não convém
E tudo mais, eu esconjuro
Vem, que o copo é limpo
O corpo é isto
E o verbo é sujo
Não há doçura em teu peito
Nem razão em meu intuito
Vem, que eu acabei de chegar
E quero escapar a tempo
Escrita por: Rebeca Vivas / Ayam Ubráis Barco. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
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