
Estradas do Sertão
Benício Guimarães
Andei, andei, andei
Nas estradas do sertão
Eu subi poeira
Pica-pau tirando a casca da madeira
Nas quebradas do sertão
A chuva passou por longe
Parou a vegetação
Faltou água no riacho
Secou a minaçao
Coitado passando sede e a cocheira sem ração
Só resta acauã cantando
O canto de adoração
Ôôô sertão
Ôôô sertão
A lama virou cascalho
O mandacaru secou
Pau pereira caiu a folha
Arribação se mudou
A estrada empoeira
Só se vê chifres roçadas
Fazendas essa abandonadas
Em triste lamentações
O cavalo relinchando
E o vaqueiro chorando
Só resta acauã cantando
O canto de adoração
Ôôô sertão
Ôôô sertão
Como o fogo brasei o servo
Como a cinza adoração
Feito um braseiro queimando
O sol braseira o sertão
Só resta acauã cantando
O canto de adoração



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