
Desassossego n.8 - Pós-contemporaneidade
Bernardo Bravo
Solidão
Fingida num sorriso de “tudo bem”
Corrói a carne firme de um coração
Que distraidamente se jogou além
É de dar dó
Se cá não me doesse essa estranha dor
Por fora a liberdade a pulsar maior
Por dentro um nome apenas a chamar de amor
Maldita pós-contemporaneidade louca do amor
Pra piorar tem tanta gente linda a passear aí
Que o mesmo coração fica a se distrair
Perdido entre perfumes, posts e stars
Devagar
Não sei onde aprendi a ser confuso assim
Tem horas que eu só quero ir pra aí ficar
Tem horas que eu só quero comigo sair
Bendita pós-contemporaneidade louca do amor



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