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Tato
Bruna Pazinato
Tato
O corpo falando enquanto a gente tá calado
A madrugada vira dia, o meu relógio tá parado (shh)
Só sente o gosto, o tato
Parada na sua, tarada, maluca
Suas pintas, suas curvas
E a sintonia até assusta
Seu cheiro, seu gosto
Me acabo
Me encho de lembranças
Pro tempo longe de você
Seus olhos esperança
De um verde impossível de esquecer
Me sinto na balança
Tirei meus pés do chão
Por causa de você
Você
Vou dizer que não
Que não tô disfarçando
Mas essa paixão
Vai dizer que não
Queimei a língua, tô comendo na sua mão
Vou dizer que não
Que não tô disfarçando
Mas essa paixão
Vai dizer que não
Queimei a língua, tô comendo na sua mão
Ah, ah, aah
Ah, ah aah
Ah, ah, aah
Ah, ah aah
O corpo falando enquanto a gente tá calado
A madrugada vira dia, o meu relógio tá parado (shh)
Só sente o gosto, o tato
Parada na sua, tarada, maluca
Suas pintas, suas curvas
E a sintonia até assusta
Seu cheiro, seu gosto
Me acabo
Me encho de lembranças
Pro tempo longe de você
Seus olhos esperança
De um verde impossível de esquecer
Me sinto na balança
Tirei meus pés do chão
Por causa de você
Você
Vou dizer que não
Que não tô disfarçando
Mas essa paixão
Vai dizer que não
Queimei a língua, tô comendo na sua mão
Vou dizer que não
Que não tô disfarçando
Mas essa paixão
Vai dizer que não
Queimei a língua, tô comendo na sua mão
Vou dizer que não
Que não tô disfarçando
Mas essa paixão
Vai dizer que não
Queimei a língua, tô comendo na sua mão
(to comendo, to comendo na sua mão)
Vou dizer que não
Que não tô disfarçando
Mas essa paixão
Vai dizer que não
Queimei a língua, tô comendo na sua mão
Vou dizer que não
Que não tô disfarçando
Mas essa paixão
Vai dizer que não
Tato
El cuerpo hablando mientras estamos callados
La madrugada se convierte en día, mi reloj está detenido (shh)
Solo siento el gusto, el tacto
Detenida en ti, desenfrenada, loca
Tus lunares, tus curvas
Y la sintonía hasta asusta
Tu olor, tu sabor
Me derrito
Me lleno de recuerdos
Por el tiempo lejos de ti
Tus ojos esperanza
De un verde imposible de olvidar
Me siento en la balanza
Levanté mis pies del suelo
Por tu culpa
Tú
Voy a decir que no
Que no estoy disimulando
Pero esta pasión
Va a decir que no
Me quemé la lengua, estoy comiendo de tu mano
Voy a decir que no
Que no estoy disimulando
Pero esta pasión
Va a decir que no
Me quemé la lengua, estoy comiendo de tu mano
Ah, ah, aah
Ah, ah, aah
Ah, ah, aah
Ah, ah, aah
El cuerpo hablando mientras estamos callados
La madrugada se convierte en día, mi reloj está detenido (shh)
Solo siento el gusto, el tacto
Detenida en ti, desenfrenada, loca
Tus lunares, tus curvas
Y la sintonía hasta asusta
Tu olor, tu sabor
Me derrito
Me lleno de recuerdos
Por el tiempo lejos de ti
Tus ojos esperanza
De un verde imposible de olvidar
Me siento en la balanza
Levanté mis pies del suelo
Por tu culpa
Tú
Voy a decir que no
Que no estoy disimulando
Pero esta pasión
Va a decir que no
Me quemé la lengua, estoy comiendo de tu mano
Voy a decir que no
Que no estoy disimulando
Pero esta pasión
Va a decir que no
Me quemé la lengua, estoy comiendo de tu mano
Voy a decir que no
Que no estoy disimulando
Pero esta pasión
Va a decir que no
Me quemé la lengua, estoy comiendo de tu mano
(estoy comiendo, estoy comiendo de tu mano)
Voy a decir que no
Que no estoy disimulando
Pero esta pasión
Va a decir que no



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