
Habitual
Bruno Balista
Já me acostumei a viver sem olhar pra casa onde estou
Sem olhar as aves que vão vigorosamente viver
Eu já relaxei em amar, sólito e habitual vivo como se não pudesse gozar da vida que há em mim
Já me acostumei a pagar por tudo que quero lograr
E o que é mais natural do que querer reclamar por algo que não satisfez?
Que não demonstrou ter valor?
Descontente recorrerei, a justiça está a meu favor
Belas tardes, lindas manhãs! Quantas eu já pude notar?
Quantas vezes já respirei todo o perfume que há na cidade ou no mar,
Numa praça de quarteirão, restaurantes ou jardins nos lugares onde andei?
Quanta coisa que eu vivi! Quanta ingratidão há em mim
Pois eu nunca reconheci todo seu cuidado por mim
Como poderia pagar? Toda minha conta quitar?
Eu não Faço por merecer todo bem que me faz Senhor Jesus



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