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O que podia não fiz
O esmalte, a cinza queimou
Quando, a máscara, fui retirar
Se apegou em mim

Sempre uma coisa defronte da outra
Tão inútil como a outra
E o impossível tão estúpido como o real
Sempre isso ou outra coisa
Ou nenhuma coisa ou nem outra
Sempre isso ou outra coisa ou nenhuma coisa

O que podia não fiz
O esmalte, a cinza queimou
Quando, a máscara, fui retirar
Se apegou em mim

Sempre uma coisa defronte da outra
Tão inútil como a outra
E o impossível tão estúpido como o real
Sempre isso ou outra coisa ou nenhuma coisa ou nem outra
Sempre isso ou outra coisa ou nenhuma coisa ou nem outra
Sempre isso ou outra coisa ou nenhuma coisa ou nem outra
Sempre isso ou outra coisa ou nenhuma coisa

Escrita por: Zeis Poema De Fernando Pessoa. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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